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foto: Ângelo Mello

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Oi gente, estive longe por um tempo, né? Estava de férias e, em breve, quero postar minhas impressões sobre tudo o que experimentei em Paris e em Londres durante minha viagem de descanso. Estava sentindo falta de vocês e, para matar um pouquinho dessa saudade, que tal uma receitinha fácil, rápida e deliciosa?

Eu adoro esses pratos que causam ótimas impressões! Sabe aquelas receitas que parecem que levam horas para serem preparadas, mas que na verdade é pá-pum? Esse ragu é assim, parece que ficou horas afinando na boca do fogão, principalmente por causa do sabor apurado que fica impregnado na carne.

É claro que um ragu demorado tem seu valor. Eu inclusive já fiz esse aqui e adorei. Mas prestigiem essa receita que vocês não vão se arrepender, eu prometo!

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foto: Ângelo Mello

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Ingredientes

2 colheres de sopa de óleo de canola

350 gramas de fraldinha cortada em cubos grandes

1 cebola pequena picada

1 dente de alho picado

1 cenoura cortada em cubinhos

2 folhas de louro

1 lata de tomate pelado

½ xícara de polpa de tomate ou passata (já falei no texto dessa receita aqui sobre a passata)

½ xícara de chá de vinho branco seco

Sal e pimenta a gosto

Salsinha picada

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Modo de Preparo

1. Tempere a fraldinha com um pouco de sal e pimenta.

2. Na panela de pressão, aqueça o óleo e doure a fraldinha de todos os lados. Atenção, se a sua panela for pequena, doure metade da carne retire e junte a outra metade. É que se você juntar muita carne, ela vai soltar toda o seu suco e não é isso que a gente quer!

3. Junte a cebola, o alho, a cenoura e refogue.

4. Coloque o tomate pelado, a polpa de tomate ou a passata, o vinho, as folhas de louro e tampe.

5. Cozinhe na pressão por mais ou menos 25 minutos. Abra a panela e verifique se a carne está molinha. Se estiver dura, cozinhe por mais um tempinho na pressão.

6. Quando a carne estiver no ponto, dentro da panela mesmo, desfie-a com a ajuda de uma colher.

7. Acerte o sal e a pimenta.

8. Adicione salsinha a gosto.

9. Sirva sobre a massa que preferir. Já experimentei com nhoque e com espaguete! Não esqueça de coroar seu prato com uma chuva de parmesão ralado na hora, ok?!

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foto: Ângelo Mello

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Rendimento

2 porções generosas

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Que eu adoro risotos todo mundo sabe. Mas nem todo mundo sabe que eu estou grávida! Iupiiii, é verdade gente… eu estou esperando um bebezinho, o meu primeiro filhinho, o Luis. Nessas últimas semanas foram tantas novidade que andei bem sumidinha, mas as transformações são intensas e a quantidade de exames e consultas que precisei fazer me deixou afastada de vocês. Ontem completei 3 meses e duas semanas de gestação. Vocês prometem me perdoar pelo sumiço e prometem também que vão orar e pensar positivo para que o Luis venha ao mundo forte e saudável?

Devo dizer que nos próximos meses terei que segurar a boca e comer coisas saudáveis, portanto não assustem com a diminuição no número de receitas, eu continuo amando cozinhar e adorando receber a visita e os comentários de todos vocês!

Sobre a receita do Risoto Caprese eu tenho até medo de dizer pra vocês que o modo de preparo é muito, mas muito simples. Uma receita mais italiana impossível. Caprese é uma salada simples que tem origem na região de Campânia. Uma clássica combinação italiana feita com manjericão, tomate, muçarela de búfala, sal e azeite. A versão do risoto rendeu uma sugestão simples, suave e refinada. Vejam só:

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foto: Ângelo Mello

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Ingredientes

2 colheres de sopa de azeite

1 cebola pequena picadinha

200g de arroz arbóreo

½ xícara de chá de vinho branco seco

1 litro e meio de caldo de legumes (se for usar o caldo pronto, dilua 2 envelopes. Uma dica: use caldo em pó, são menos gordurosos!)

1 lata de tomate pelado (eu já expliquei sobre o tomate pelado aqui)

100g de muçarela de búfala

1 colher de sopa de manteiga

Folhas de manjericão

Parmesão ralado a gosto

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foto: Ângelo Mello

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Modo de Preparo

1º Ferva o caldo de legumes e mantenha-o quente durante o preparo do risoto.

2º Escorra o tomate pelado e junte o caldo que ele solta ao caldo de legumes (achei um absurdo jogar aquele suco precioso fora). Agora, com muita delicadeza retire as sementes dos tomates e pique-os em cubinhos. Reserve.

2º Em uma panela, aqueça o azeite e refogue a cebola.

3º Adicione o arroz e, em seguida, junte o vinho e mexa bem até que a bebida seja completamente absorvida.

4º Coloque uma concha de caldo e mexa até que todo o líquido seja absorvido. Repita essa operação até que o arroz fique al dente. Isso leva cerca de 20 minutos. (Aí você tem que ir provando o arroz até que ele esteja no ponto)

5º Após adicionar a última concha de caldo, junte o tomate e vá misturando delicadamente para evitar que os cubinhos derretam por completo. 

6º Desligue o fogo e rapidamente acrescente a muçarela de búfala, a manteiga e uma chuva de parmesão ralado. Incorpore tudo delicadamente.

7º Finalize acrescentando folhas de manjericão e sirva bem quente.

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foto: Ângelo Mello

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Rendimento

2 porções generosas

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foto: Ângelo Mello

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Eu acredito muito no luxo da simplicidade. Tá certo vai, adoro aqueles ingredientes e pratos com nomes impronunciáveis, mas também dou um valor danado ao arroz com feijão, bife e batata frita, ao macarrão alho e óleo etc.

A receita de hoje é assim, simples, básica e original. Vai bem com tudo: carne vermelha, branca, carne de pato, carne de soja… Um acompanhamento curinga com um quê de sofisticado.

A receita do purê é do chef Jamie Oliver. Apesar dos programas que passam por aqui estarem com um alto grau de reprises, me atrai aquela imagem desconstruída do chef Jamie. Nada de dólmã com a gola bordada com bandeirinhas britânicas, francesas e italianas (não que ache isso feio, pelo contrário!). Jamie prefere uma camisa florida, estilo surfista. E foi num desses programas repetidos do Jamie que vi, gravei na memória e reproduzi o purê de ervilhas com hortelã. Não sei se está na mesma proporção que ele recomendou, mas ficou gostoso… então tá valendo!

Antes de passar à receita propriamente dita, devo ressaltar algumas coisinhas. Já vi muita gente falando que não aguenta mais o lourinho e sei que muitos torcerão o nariz quando virem que a indicação de hoje pertence ao Jamie Oliver, mas justiça seja feita ele é uma referência mundial. Referência em utilização de ingredientes simples em combinações saudáveis e saborosas. Referência no incentivo à cozinha caseira e sem segredos. Pronto falei!

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foto: Ângelo Mello

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Ingredientes

500g de ervilhas frescas (por favor, não usem ervilhas em conserva. Utilize aquelas ervilhas vendidas congeladas!)

2 batatas pequenas

2 colheres de sopa de hortelã picadinha

1 dente de alho ralado

¼ de cebola ralada

2 colheres de manteiga

Sal e pimenta-do-reino branca a gosto

Leite o quanto baste

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Modo de Preparo

1º Comece cozinhando as batatas em água e sal e reserve.

2º Afervente as ervilhas conforme indicação do fabricante.

3º Junte as batatas e as ervilhas e, com auxílio de um garfo ou utilizando um processador, amasse-as até resultarem numa massa bem lisinha.

4º Numa panela derreta a manteiga e junte a cebola e o alho. Refogue rapidamente e acrescente a mistura de batatas e ervilhas. Tempere com sal e pimenta-do-reino branca e vá mexendo até dar ponto de purê. Junte o leite para obter a textura desejada. Finalize acrescentando hortelã picada e um fio de azeite.

5º Sirva quente como acompanhamento para a carne que você preferir. Eu servi com um peito de pato grelhado e ficou “ótemo”!

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Que me perdoem os vegetarianos, mas um medalhão bem alto de filé-mignon é bom demais, né não? Fala sério! Como eu amo esse corte prefiro fazê-lo eu mesma, em casa. É que se deixar o açougueiro fazer isso por mim, ele pode deixar os medalhões finos demais e aí não rola. A espessura do medalhão faz toda diferença pra que ele fique úmido e suculento.

Pra fazer bifões altos e luminosos eu compro a peça inteira de filé. Limpo bem e retiro as beiradas que ficam irregulares. Esses pedacinhos eu corto em iscas pra fazer picadinho. Já com o miolo do filé faço os medalhões. Deixo cada pedaço com pelo menos três dedos de altura.  Para que ele fique com formato bonitinho, passo um barbante em volta da carne, de modo que fique um rolinho perfeitinho (devia ter fotografado isso, né?).   Só retiro o barbante depois de selar a carne. E não é que fica lindinho! Acha não?

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Ingredientes

4 medalhões de filé-mignon

½ cebola roxa picadinha

1 colher generosa de manteiga

2 latas de cerveja preta

1 sachê de caldo de carne em pó (prefiro o caldo em pó, ele parece ter menos gordura!)

1 colher de chá de grãos de pimenta-do-reino preta

1 xícara de cogumelo shiitake picado em tiras

Salsinha picadinha

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Modo de Preparo

1º Numa frigideira grande, sele os filés até que fiquem bem douradinhos e macios por todos os lados. Pra preservar os sucos da carne, vamos no esquema  sela de um lado vira e tempera com sal e pimenta, sela de outro, vira e tempera também! Enrole os medalhões em papel alumínio e deixe-os descansando.

2º Na mesma frigideira junte a manteiga, deixe derreter e doure os cogumelos. Reserve.

3º Aproveite o que sobrou de manteiga e, na mesma frigideira, doure a cebola roxa. Adicione a cerveja preta. Misture o caldo de carne e deixe reduzir. Reduzir é deixar o líquido encorpar, adquirir, consistência de molho. Isso vai levar uns 10 minutos ou mais. Nesse tempo, use uma colher para desgrudar do fundo da panela a crosta formada quando a carne foi selada. Isso dá um sabor! Quando o molho tiver reduzido pela metade, adicione os grãos de pimenta.

4º Finalize acrescentando o cogumelo e a salsinha. Regue os medalhões com o molho ainda quente.

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foto: Ângelo Mello

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Já disse aqui que ovo é superversátil. Lá em casa ovo é banquete, sempre foi! Sem contar que o ovo é ingrediente que não falta em nenhuma cozinha. Tem na minha casa, tem na sua casa, tem no boteco da esquina e tem na cozinha do restaurante de alta gastronomia do bairro nobre da cidade.

A receita que apresento hoje é uma omelete com plus, tem status de refeição. Leva batata, bastante cebola e fica uma delícia. Imperdível! A receita é de um livro com sugestões bacanas e que indico de olhos fechados: “Jantar simples, prático e delicioso”. A autora, Annie Bell pode pecar por tudo, menos por apresentar detalhadamente cada passo da receita. Indicações que qualquer principiante consegue executar!

 

Ingredientes

Azeite de oliva

500g de batata descascada e cortada em fatias grossas

Sal e pimenta-do-reino

3 cebolas cortadas em rodelas finas

6 ovos médios

Salsinha picada a gosto

125g de azeitona preta sem caroço e cortada ao meio

foto: Ângelo Mello

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Modo de Preparo

1º Aqueça 2 colheres de sopa de azeite em uma frigideira grande em fogo médio. Acrescente as fatias de batata e frite por cerca de 5 minutos, virando de vez em quando, até estarem recobertas pelo azeite. Tempere com sal, adicione pouco mais de meia xícara de água, cubra com uma tampa bem ajustada e cozinhe em fogo baixo por 10 a 15 minutos, mexendo na metade do cozimento, até que batata esteja macia quando espetada com a ponta da faca. Usando a tampa, escoe o excesso de água e mantenha a panela tampada até a hora de usar.

2º Aqueça outras duas colheres de sopa de azeite em uma panela grande em fogo médio. Acrescente a cebola e deixe cozinhar lentamente por 15 a 20 minutos, até que esteja bem dourada e brilhante, mexendo com frequência. Tempere e transfira para uma tigela para esfriar.

3º Numa tigela, bata os ovos com um pouco de sal e pimenta-do-reino, depois junte a salsinha e a azeitona. A seguir, acrescente a cebola e depois a batata. Preaqueça o grill* do forno em temperatura alta e aqueça também uma frigideira grande com cabo antitérmico em fogo médio. Adicione 1 colher  de sopa de azeite à frigideira, despeje a mistura de ovos, alise a superfície para nivelar e cozinhe por 3 a 4 minutos. Regue a omelete com outra colher de sopa de azeite e coloque-a sob o grill, posicionando-a a aproximadamente 7cm da fonte de calor por 4 a 8 minutos, até dourar. Se for consumida quente, o centro da omelete ficará úmido e elástico. Ficará mais firme, se for comida fria.

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 * em fornos convencionais, sem a função de grill, o tempo que a omelete levará para dourar será maior.

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foto: Ângelo Mello

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A enchilada é uma comida típica do México. É como se fosse uma panquequinha de milho, a tal da tortilha, recheada com carne bovina ou frango e temperado com toda sorte de condimentos que aquele país pode oferecer. Minha enchilhada é meio torta, tá eu sei. Mas na cozinha a gente faz isso mesmo, vê uma receita, se inspira e recria… né não?

A enchilhada que preparei não tem massa de milho, usei pão sírio integral. O recheio não tem carne, nem frango e nem feijão, tem atum com tomate e cebola roxa temperados. Não tem molho apimentado, tem cheddar light. Mas o importante é que ficou bonita, gostosa e, o melhor, leve. Ai como eu tô modesta hoje!

 

Ingredientes

2 tomates maduros picados

1 cebola roxa picada em rodelas finas

Suco de ½ limão

4 pães sírios integrais

2 latas de atum light sólido

8 fatias de queijo cheddar light (eu usei este aqui)

Sal e pimenta-do-reino a gosto

Azeite a gosto

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foto: Ângelo Mello

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Modo de Preparo

1º Misture o tomate com a cebola e tempere com o suco de limão, o sal e a pimenta-do-reino moída na hora.

2º Escorra o atum, esmague-o com as mãos e reserve.

3º Pegue um pão sírio e regue com azeite a gosto. Coloque um pouco da mistura de tomate sobre o pão, seguida do atum e do queijo. Enrole e disponha a enchilhada em uma travessa refratária. Repita a operação com os demais pães.

4º Cubra as enchilhadas com o queijo, assim como mostra a foto.

5º Leve as enchilhadas ao forno preaquecido a 200°C por 15 minutos ou até dourar. Sirva imediatamente.

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Sobremesa é meu ponto fraco. Ainda bem que ela é servida após a refeição. Porque se começasse a comer a sobremesa antes dos pratos principais iria querer repetir várias vezes e assim não teria condições de apreciar os outros pratos com tanto ânimo.

Sou uma formiguinha. Sou daquelas que abrem a lata de leite condensado e fica comendo de colherada. É claro que hoje isso se tornou uma extravagância. Sabe como é, os anos passam e emagrecer é cada vez mais difícil.

Mas tá, tudo isso aí é pra dizer que a receita de hoje une praticidade e prazer. Trata-se de um “falso” brownie. Digo falso porque a receita tradicional americana leva chocolate meio amargo derretido. A receita que apresento usa chocolate em pó. Mas isso não tira o mérito do bolo, muito pelo contrário. O falso brownie fica delicioso, tanto que em menos de duas semanas, fiz 3 vezes. Duas para levar em confraternizações do trabalho e uma pra comer com meu gatinho.

A receita é da Katita, uma das minhas blogueiras favoritas. Ela é protagonista da websérie Cozinha Finna, canal em que a receita foi apresentada. Abaixo vou postar o vídeo pra que vocês possam acompanhar o passo a passo demonstrado pela dona da ideia.

Antes devo dizer que o “falso” brownie fica melhor quando é feito com chocolate em pó 50% cacau. A massa fica bem densa, como na receita tradicional.

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foto: Ângelo Mello

Servi meu brownie decorado com lâminas de amêndoas que tostei rapidamente na frigideira.  Ah! Sugiro que sirvam o bolo bem quentinho com uma bola de sorvete de creme do lado. Aiiiii, tá vendo como tudo pode fica melhor???

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